Origem

Acredita-se que a renda de bilros seja originária de Flandres e a de agulha será proveniente da Itália.

 

 Nos séculos XVIII e XIX, os centros de produção de renda de bilros eram Chantilly e Valenciennes, cada um com seus desenhos próprios. Alençon, Argentan e Veneza eram centros associados à renda de agulha.

 

Inicialmente, o uso da renda restringia-se aos mantos do clero e da nobreza, geralmente sob a forma de passamanaria dourada ou prateada.

Reza a tradição que Vasco da Gama usava os bilros nos punhos e gola do seu vestuário.

 

 Em Portugal, os centros mais famosos pelas rendas de bilros são Vila do Conde e Peniche .  Ambas as cidades estão desenvolvendo actividades de divulgação apoiadas pelas entidades locais.

 

Antes do século XIX, este tipo de renda costumava ser produzido com fios de linho, mas o algodão tornou-se o material mais comum. Actualmente, usa-se o fio de linho para aplicação nos trabalhos trabalhos de tear, por ex.

 

Este ano a moda passa pelos bilros

 

Em Sines a renda de bilros tem como artista D. Rosa Ferrarias.

É ela que alimenta a tradição .

Foi com ela que obtivemos as fotos  não só desta renda  mas também da renda

de cinco agulhas tão difícil de realizar.

 Devemos-lhe a simpatia e a disponibilidade.

Um grande muito obrigado !

 

 

 
    Fio de algodão nº 30 .    Estes bilros chamam-se "aranhiço" , linha 60

 

     
Um "sol em espiral" feito com 5 agulhas.     Renda " lérias ".  

 

     
Outro exemplo de trabalho de minúcia.       Renda de crochet.

 

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