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Apresentamos aqui uma mostra preferencial do artesanato alentejano. Ele é de tal modo rico que não caberia nesta página. Faremos uma sucessão de imagens, contendo cada tema um link para nova página referente a esse material. Como devem calcular, será um trabalho demorado e por etapas. |
| O barro é um dos
materiais preferidos pelos artesãos.
Desde tempos imemoriais que é conhecido, recolhido como documento, trabalhado como arte ou com funcionalidade prática. Não importa como, ele revela sempre as remotas influências romana e árabe. O Alentejo é uma fonte de riqueza nesta área : |
| S.
Pedro do Corval é a capital ibérica do barro. Por isso, fomos
visitar uma olaria, a OlariaTavares que nos autorizou
a tirar a 3ªfoto. Reparem nas peças. Vale a pena ver como o artesão se
dedica em cada realização.
Para contacto: + 351.266.549.302 /Fax : + 351.266.549.230 |
| Em Estremoz, no Museu Municipal, criam-se
verdadeiras obras de arte. Esta Nossa Senhora é apenas o exemplo do que a arte pode criar. |
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| A renda é uma obra de arte e de paciência. Desde que me lembro, terra de pescador tem verdadeiras obras de arte. A ansiedade pelo regresso do seu homem, são e salvo das lides do mar, produziu rendas de toda a espécie como a renda de bilros ou de mútiplas agulhas. Sines, Santiago do Cacém, não são excepção : |
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A renda de gancho era feita inicialmente com um gancho do cabelo. |
A
célebre renda de bilros. |
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| Trabalho de D. Rosa Ferrarias. |
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A Importância da Cortiça Portugal é lider mundial no que respeita à cortiça. Desde sempre o Sobreiro teve grande importância para o Homem: o fruto, a sombra, a madeira, a lenha e a cortiça. Se a cortiça é hoje o seu bem directo de maior valor, nem sempre foi assim. Tempos houve em que assumiu importância determinante a bolota na engorda de animais, nomeadamente do porco de montanheira. A sua madeira foi essencial na construção naval da época das conquistas e descobertas com a utilização na ossatura dos navios, por ser dura, forte e resistente. A sua madeira e lenha foram também importantes fontes de energia quer directamente, quer pela transformação em carvão, dado o seu elevadíssimo valor calorífico. texto baseado em: min-edu.pt |
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| O sobreiro (Quercus Suber). | O descortiçamento. | O transporte para o tratamento. |
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| A maior produtora mundial. | A arte em movimento. |
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Desde há cinco séculos que a azulejaria ocupa uma posição de relevo entre as artes decorativas portuguesas e, apesar de ao longo da sua história ter sofrido múltiplas influências, desenvolveu em Portugal características específicas entre as quais merecem destaque a riqueza cromática, a monumentalidade, o sentido cenográfico e a integração na arquitectura.
Foi durante a ocupação árabe da Península que os povos ibéricos tomaram
contacto com a cerâmica mural. O termo "azulejo" deriva, aliás, de uma
palavra árabe (al zulej) que significa pedra lisa e polida. ****************************************************** Paralelamente à expressão artísitca, azulejo português manifesta-se, através de exemplares menos elaborados ou de carácter popular, como os revestimentos das fachadas das casas dos emigrantes e os registos, cartelas e painéis naturalistas, desenhados pelos artífices que trabalham nas fábricas. ***************************************************** Através de todas estas formas de expressão, o azulejo português continua a revelar a sua vitalidade e a reafirmar-se como uma das manifestações mais originais das artes decorativas europeias. texto baseado in O Azulejo em Portugal |
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| A nova azulejaria : | ||||
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As cores características do Alentejo: amarelo e azul. |
Temáticas mais diversificadas. |
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| A beleza do tradicional. |

| Móveis pintados à mão de Ferreira do Alentejo. |
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| Temas: ramos de aloendros. | Cores alegres | Peças de valor muito variável |
Artesanato do Minho - Lenços do namorados
A 1ª imagem tem link para os Lenços dos Namorados
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Nota :
O título
"Artesanato do Minho -Lenços dos Namorados" tem link para a fonte de
informação.
Esse site
vende os Lenços com certificados de garantia.
A legenda do azulejo conduz a nova página.
Fotos 1,2,4,5,6,7,12,13,14,15,16, gentilmente cedidas pela CMSC.
Fotos 8,9,10,11, do ME, programa Nónio.
Copyright
© 2002 Atelier de Jo & Graça |